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Salários dos Servidores Públicos

Federais e estaduais · Dados públicos · Lei 12.527/2011

Saúde estadual · RS

Salários dos servidores da saúde estadual de Rio Grande do Sul

Consulte remuneração, quantidade de servidores, cargos, órgãos, distribuição salarial e fontes públicas da rede estadual de saúde de Rio Grande do Sul.

Resposta rápida: remuneração na saúde estadual de Rio Grande do Sul

Na fotografia mais recente com dados até mai/2026, o recorte reúne 8.289 servidores, com remuneração bruta média de R$ 8.420,52. Os valores válidos observados variam de R$ 372,67 a R$ 215.947,75.

O recorte é feito pelos órgãos empregadores da saúde estadual. Ele inclui profissionais clínicos, administrativos, técnicos e de apoio; a média não equivale ao salário inicial de uma carreira.

Este painel aplica um recorte institucional à Rede estadual de saúde do Rio Grande do Sul, reunindo órgãos estaduais de prestação, gestão, vigilância e apoio à saúde. Redes municipais, órgãos federais, previdência e assistência ao servidor são excluídos. A fotografia mantém apenas o mês mais recente de cada pessoa em cada fonte pagadora. A fonte do Rio Grande do Sul não informa a situação funcional neste recorte; o Instituto de Assistência à Saúde dos Servidores não foi incluído.

Servidores encontrados
8.289
Remuneração média
R$ 8.420,52
Total da folha observada
R$ 69.924.025,27
Competência mais recente
mai/2026

Os totais consideram a competência mais recente encontrada para este recorte. A cobertura e o detalhamento podem variar entre as fontes e os órgãos.

Distribuição por faixa salarial

Até R$ 5 mil3.500
R$ 5 mil a R$ 10 mil1.590
R$ 10 mil a R$ 20 mil2.847
R$ 20 mil a R$ 40 mil345
Acima de R$ 40 mil22

Evolução da remuneração média

Não há série histórica disponível.

Órgãos com mais registros

NomeServidoresMédia bruta
Secretaria da Saude8.289R$ 8.420,52

Cargos com mais registros

Fontes e competências

Perguntas frequentes

Quanto ganha um servidor da saúde estadual de Rio Grande do Sul?

A remuneração bruta média observada é de R$ 8.420,52 na fotografia com dados até mai/2026. O valor reúne cargos, jornadas, vínculos e momentos de carreira diferentes, portanto não corresponde ao vencimento inicial de concurso.

Quem entra neste painel?

Entram servidores vinculados aos órgãos estaduais de saúde configurados para Rio Grande do Sul, no Poder Executivo. Redes municipais, órgãos federais, previdência e assistência ao servidor ficam fora. Registros classificados como aposentados, inativos ou pensionistas também são excluídos; quando a fonte não informa a situação, a página sinaliza essa limitação.

Os meses anteriores da mesma fonte são somados?

Não. O GovInfo mantém somente a competência mais recente disponível de cada pessoa em cada fonte pagadora. Fontes pagadoras diferentes podem permanecer quando representam vínculos distintos.

O painel mostra somente médicos e profissionais de enfermagem?

Não. O critério é o órgão empregador. Assim, também podem aparecer servidores administrativos, técnicos, operacionais e de apoio que integram a folha da rede estadual de saúde.

De quando são os dados?

A competência mais recente identificada é mai/2026. Cada órgão ou fonte pode ter seu próprio calendário de publicação, detalhado na seção de fontes da página.

Cargos com mais registros neste estado

Outras consultas

Como interpretar os dados da saúde estadual de Rio Grande do Sul

O que entra no painel

Este painel reúne servidores vinculados aos órgãos que integram a Rede estadual de saúde do Rio Grande do Sul. O recorte é institucional: considera a fonte pagadora, a esfera estadual e o Poder Executivo, além das secretarias, hospitais, fundações, hemocentros, laboratórios e entidades estaduais de saúde identificados na base. Por isso, ele representa a força de trabalho encontrada nesses órgãos e não somente médicos, enfermeiros ou outras profissões clínicas. Trabalhadores administrativos, técnicos, operacionais e de apoio também podem aparecer quando fazem parte da folha da rede estadual.

Não entram redes municipais, órgãos federais, universidades genéricas, institutos de previdência ou entidades cuja finalidade principal é prestar assistência ao próprio servidor. Essa separação reduz a mistura entre serviços estaduais de saúde, benefícios previdenciários e folhas de outros entes. Registros cujo grupo funcional informa aposentadoria, inatividade ou pensão também são excluídos. Se a fonte não fornecer esse campo, a limitação é indicada na página.

Como os meses são consolidados

O GovInfo consulta a fotografia atual da base e mantém somente o registro mais recente disponível de cada pessoa em cada fonte pagadora. Competências anteriores da mesma fonte não são somadas como se fossem salários simultâneos. Quando a mesma pessoa possui vínculo em duas fontes distintas, os dois registros podem permanecer, pois podem representar empregos ou relações funcionais diferentes. Essa regra é importante para impedir que a repetição mensal da folha infle o número de pagamentos e o total exibido.

Carreiras e composição da rede

Uma rede estadual de saúde reúne equipes muito diversas. Além de médicos e profissionais de enfermagem, há farmacêuticos, fisioterapeutas, psicólogos, odontólogos, técnicos de laboratório, agentes, gestores, analistas, motoristas e profissionais de manutenção e atendimento. A composição varia conforme o modelo administrativo adotado pelo estado: algumas unidades concentram a folha na secretaria, enquanto outras distribuem pessoal entre hospitais, autarquias e fundações.

Na fotografia com dados até mai/2026, as denominações com mais registros incluem Medico, Analista Em Saude - Enfermagem, Auxiliar de Servicos Medicos Iii, Medico de Saude Publica, Auxiliar de Servicos Medicos Ii, Auxiliar de Saude e Ecologia Humana. Os nomes são reproduzidos conforme a fonte pública. Classes, especialidades, níveis e abreviações podem aparecer separadamente mesmo quando pertencem à mesma carreira.

O que a remuneração média significa

A média mostra a remuneração bruta observada nos registros válidos do recorte, e não o salário inicial de concurso. O valor individual pode mudar por carga horária, plantões, especialidade, classe, tempo de serviço, função de chefia, gratificações, adicionais de insalubridade, férias, décimo terceiro e outras parcelas eventuais. Servidores efetivos, temporários e empregados públicos também podem seguir regras remuneratórias diferentes.

Quando a fonte não preenche um total bruto, o sistema tenta recompô-lo com as parcelas disponíveis e, em último caso, usa a remuneração líquida informada. Valores não positivos ou acima do limite técnico de R$ 300 mil ficam fora da média para reduzir distorções por arquivos incompletos ou erros de origem. A faixa mínima e a máxima devem ser lidas com o mesmo cuidado: um pagamento parcial ou uma verba excepcional pode ficar distante do vencimento típico da carreira.

Atualização e limites dos dados

A competência mais recente normalizada neste recorte é mai/2026, embora órgãos diferentes possam publicar suas folhas em datas distintas. Quantidade de servidores, cargos e valores podem mudar após uma nova publicação ou correção do portal de transparência. O total de pessoas é estimado pelos nomes distintos presentes em cada agrupamento; homônimos, abreviações e mudanças de grafia podem produzir pequenas diferenças em relação ao quadro oficial do estado.

Observação específica de RS: A fonte do Rio Grande do Sul não informa a situação funcional neste recorte; o Instituto de Assistência à Saúde dos Servidores não foi incluído.

Como comparar estados

Antes de comparar duas redes, confira a competência, os órgãos cobertos e os cargos mais frequentes. Uma média maior pode refletir mais plantões, maior proporção de profissionais especializados, pagamentos eventuais ou servidores em fases avançadas da carreira. Uma rede também pode terceirizar parte dos serviços, fazendo com que esses trabalhadores não apareçam na folha estadual. O painel funciona melhor como retrato transparente dos pagamentos encontrados do que como ranking isolado de salários ou de qualidade da saúde.