Quanto ganham os servidores da Polícia Militar de Roraima?
A remuneração bruta média observada é de R$ 11.626,76 por mês em mai/2026. A faixa encontrada vai de R$ 1.500,00 a R$ 65.022,28.
Federais e estaduais · Dados públicos · Lei 12.527/2011
Consulte salários, servidores, cargos, distribuição e fontes públicas disponíveis para a Polícia Militar de Roraima.
O painel usa como fonte institucional principal “POLICIA MILITAR DO ESTADO DE RORAIMA”. A cobertura pode ser parcial e a média não corresponde ao soldo-base de uma patente específica.
Esta página apresenta os registros públicos relacionados à Polícia Militar de Roraima (PMRR) em RR. O painel utiliza a denominação com maior cobertura: POLICIA MILITAR DO ESTADO DE RORAIMA. Foi identificada 1 denominação institucional na base: POLICIA MILITAR DO ESTADO DE RORAIMA.
Os totais consideram a competência mais recente encontrada para este recorte. A cobertura e o detalhamento podem variar entre as fontes e os órgãos.
| Nome | Servidores | Média bruta |
|---|---|---|
| POLICIA MILITAR DO ESTADO DE RORAIMA | 3.239 | R$ 11.626,76 |
| Nome | Servidores | Média bruta |
|---|---|---|
| MILITAR | 2.418 | R$ 14.804,01 |
| ACT - ADMITIDO EM CARATER TEMPORARIO | 814 | R$ 2.294,66 |
| MONITOR - CEMAI | 4 | R$ 3.188,59 |
| DIRETOR - CEMAI | 2 | R$ 7.980,14 |
| CMT DO CA - CEMAI | 1 | R$ 6.891,61 |
| COORD ADM FIN - CME | 1 | R$ 1.914,26 |
A remuneração bruta média observada é de R$ 11.626,76 por mês em mai/2026. A faixa encontrada vai de R$ 1.500,00 a R$ 65.022,28.
Entre os cargos com mais registros estão MILITAR, ACT - ADMITIDO EM CARATER TEMPORARIO, MONITOR - CEMAI. A lista completa e as médias por cargo aparecem nesta página.
A competência mais recente deste recorte é mai/2026. As fontes e competências utilizadas aparecem no painel.
Guia informativo com 2.598 palavras · leitura aproximada de 13 minutos
A carreira na Polícia Militar de Roraima, conhecida pela sigla PMRR, reúne profissionais que ingressam em diferentes quadros, assumem responsabilidades progressivas e trabalham na preservação da ordem pública em Roraima. A organização militar estadual é baseada em hierarquia e disciplina, mas isso não significa que todas as funções sejam iguais. Praças e oficiais percorrem caminhos próprios de formação, promoção e desenvolvimento, embora atuem de maneira complementar no atendimento à sociedade.
Este guia apresenta uma visão ampla sobre essas duas trajetórias. Ele não substitui o edital de concurso, o estatuto dos militares de RR, a lei estadual de promoções ou os regulamentos internos da corporação. Requisitos de idade, escolaridade, exames, etapas do curso, interstícios e critérios de acesso podem mudar. Por isso, quem pretende ingressar deve sempre conferir a legislação vigente e os canais oficiais da PMRR.
Em Roraima, a Lei Complementar nº 194/2012 contém o Estatuto dos Militares do Estado. A versão oficial disponibilizada pela corporação incorpora alterações até a Lei Complementar nº 322/2022. Ela reúne direitos, deveres, hierarquia e situações funcionais e deve ser combinada com as normas estaduais de ingresso, promoção, proteção social e remuneração.
O último edital externo localizado nos canais oficiais consultados é uma referência anterior, publicada no Diário Oficial de 2018. Ele não deve ser usado para anunciar inscrições, requisitos ou vagas atuais. Em eventual novo concurso, o candidato precisará verificar escolaridade, idade, habilitação, etapas intelectuais, teste físico, saúde, avaliação psicológica e investigação social na íntegra do edital.
A PMRR mantém legislação e atos de seleção no portal institucional. Documentos de teste físico atualizados servem para o certame a que estejam vinculados e não criam, isoladamente, um novo concurso.
O Estatuto contém regras de promoção e datas de processamento, aplicadas com a legislação específica dos quadros. Em 2026, o Governo de Roraima publicou decreto de redução de interstício para promoções de policiais e bombeiros militares. A medida mostra que o tempo mínimo pode ser ajustado por ato oficial e que resumos antigos precisam ser conferidos antes de projetar uma data de progressão.
Não foi identificado novo edital externo aberto em agosto de 2026 com valor nominal de ingresso. Por essa razão, a página não transforma a tabela de concurso de 2018 em remuneração atual. A cifra válida deverá ser confirmada na lei estadual e no próximo edital, distinguindo pagamento no curso, subsídio da graduação e vantagens condicionadas ao exercício.
A Constituição Federal reconhece os integrantes das Polícias Militares como militares dos Estados e do Distrito Federal. A Lei Orgânica Nacional das Polícias Militares e dos Corpos de Bombeiros Militares estabelece normas gerais, enquanto cada unidade federativa detalha a própria organização. Na Polícia Militar de Roraima, essa combinação de regras nacionais e estaduais orienta ingresso, ensino, movimentação, promoções, direitos, deveres e passagem para a inatividade.
A estrutura básica distingue postos de oficiais, graduações de praças e situações de formação, como cadete, aluno-oficial ou aluno-soldado. Em linhas gerais, soldado, cabo, sargento e subtenente integram a carreira de praças. Segundo-tenente, primeiro-tenente, capitão, major, tenente-coronel e coronel integram o oficialato. A existência de quadros especializados, temporários, de saúde ou de administração depende das normas aplicáveis à PMRR.
O ingresso normalmente começa com concurso público. A norma nacional prevê aprovação em provas ou em provas e títulos, além de condições de capacidade física, psicológica e de saúde compatíveis com a função. Investigação social, exame toxicológico, regularidade eleitoral e outros requisitos também podem integrar o processo. O edital da Polícia Militar de Roraima é o documento que informa etapas, prazos, critérios de eliminação, conteúdo programático e forma de classificação.
Não é seguro planejar a candidatura usando apenas um concurso antigo. A escolaridade exigida, a distribuição de vagas, as regras do teste físico e os documentos de matrícula podem ser atualizados pela legislação ou pelo novo edital. O candidato deve acompanhar o diário oficial, o portal institucional e a banca organizadora. Também precisa diferenciar o concurso para o quadro de praças daquele destinado à formação de oficiais, pois os objetivos e o percurso acadêmico são distintos.
Uma preparação equilibrada combina estudo teórico, condicionamento físico e organização documental. Nas provas escritas podem aparecer língua portuguesa, raciocínio lógico, informática, atualidades, direitos constitucional, administrativo, penal e processual, além de matérias definidas pela banca. O conteúdo varia, portanto o programa oficial deve orientar o cronograma. Resolver questões anteriores ajuda a conhecer o estilo da avaliação, mas não dispensa a leitura das normas indicadas no edital.
O treinamento físico precisa ser gradual e compatível com acompanhamento profissional quando necessário. Tentar alcançar índices de corrida, força ou resistência em poucas semanas aumenta o risco de lesão. Também é importante separar certidões, comprovantes e exames com antecedência, respeitando a validade pedida. A investigação social não é uma formalidade isolada: omissões ou informações contraditórias podem afetar a candidatura conforme as regras do certame e o direito de defesa aplicável.
A aprovação no concurso não encerra a preparação. O curso de formação introduz o aluno à rotina militar, ao ordenamento jurídico, às técnicas policiais, aos procedimentos operacionais, à defesa pessoal, ao atendimento de ocorrências e ao uso responsável dos recursos institucionais. A carga acadêmica e prática busca desenvolver conhecimento, disciplina, equilíbrio emocional, capacidade de decisão e respeito aos direitos fundamentais. A duração e a matriz curricular são definidas pela corporação.
Durante essa fase, avaliações teóricas, práticas, físicas e comportamentais podem influenciar a permanência e a classificação. Pontualidade, apresentação, trabalho em equipe e cumprimento de ordens legais fazem parte do aprendizado profissional. A formação também deve preparar o futuro policial para comunicação com diferentes públicos, registro correto das ações e atuação proporcional. Na PMRR, regras específicas sobre alojamento, remuneração do aluno, estágio e conclusão devem ser consultadas no edital e no regulamento de ensino.
As praças representam grande parte do efetivo empregado nas atividades cotidianas. O soldado costuma iniciar em funções operacionais ou de apoio compatíveis com a formação recebida. Com experiência, cursos e promoções, pode assumir tarefas de maior complexidade. Cabos e sargentos frequentemente exercem supervisão direta, orientação de equipes, conferência de procedimentos e apoio ao comando. O subtenente ocupa a graduação mais elevada prevista na estrutura básica do quadro de praças.
A expressão “carreira de praça” não deve ser entendida como uma função única. Há profissionais no policiamento ostensivo, trânsito, operações especializadas, atendimento comunitário, comunicação, logística, tecnologia, inteligência, ensino, saúde e administração, conforme a estrutura da Polícia Militar de Roraima. A lotação decorre das necessidades do serviço, das qualificações, dos processos internos e das regras de movimentação. Nem toda especialidade está aberta desde o ingresso, pois algumas exigem tempo de serviço e seleção própria.
A progressão das praças ocorre por promoção e segue a legislação de Roraima. A norma nacional determina uma evolução seletiva, gradual e sucessiva, baseada no valor moral e profissional, com critérios de antiguidade e merecimento. Na prática, podem ser considerados interstício mínimo, vagas, cursos, comportamento, inspeção de saúde, avaliação, tempo na graduação e outros requisitos locais. Cumprir o tempo necessário não significa promoção automática quando a lei exige condições adicionais.
Cursos de formação, aperfeiçoamento, habilitação e especialização acompanham diferentes momentos da trajetória. Eles atualizam técnicas, preparam para a supervisão e podem ser necessários ao acesso a determinadas graduações ou funções. A praça interessada em construir uma carreira longa deve manter registros funcionais corretos, acompanhar os calendários internos e investir em aprendizado contínuo. Também pode haver caminhos estaduais para ingresso em quadro de oficiais oriundo das praças, conforme concurso ou seleção interna e legislação específica.
Os oficiais são preparados para funções de comando, chefia, direção, planejamento e administração, sem perder o vínculo com a atividade policial. O início pode ocorrer por concurso para o curso de formação de oficiais, observados os requisitos nacionais e estaduais. A Lei Orgânica Nacional prevê bacharelado em Direito para o Quadro de Oficiais de Estado-Maior das Polícias Militares, além do curso de formação, mas o candidato deve conferir regras de transição e a legislação de Roraima.
Nos primeiros postos, o oficial pode comandar equipes, coordenar serviço, fiscalizar procedimentos, produzir planejamentos e responder por decisões operacionais. À medida que progride para capitão, major, tenente-coronel e coronel, tende a assumir unidades e estruturas mais amplas, com gestão de pessoas, logística, orçamento, ensino, inteligência e relacionamento institucional. A função concreta depende da lotação, do quadro, dos cursos concluídos e das necessidades da Polícia Militar de Roraima.
A promoção dos oficiais também combina antiguidade e merecimento nos termos da legislação local. Para chegar aos postos superiores, o militar pode precisar cumprir interstícios, concluir cursos de aperfeiçoamento, integrar quadros de acesso e atender avaliações profissionais. A quantidade de vagas e a composição do efetivo influenciam o fluxo. Por isso, comparar apenas o tempo de carreira de duas pessoas não explica necessariamente por que elas alcançaram postos diferentes.
Além do quadro voltado ao comando e estado-maior, podem existir oficiais especialistas, de saúde ou de outras áreas admitidas pela lei. O quadro de oficiais especialistas pode receber integrantes oriundos das praças, enquanto profissionais de saúde atuam segundo a graduação exigida e as regras do concurso correspondente. Essas possibilidades não são idênticas em todo o país. A página oficial da PMRR e as leis estaduais são as referências para saber quais quadros estão ativos.
A diferença hierárquica não elimina a interdependência profissional. Uma ocorrência bem atendida depende de planejamento, comunicação, execução técnica, supervisão e registro. Oficiais estabelecem diretrizes e respondem por decisões compatíveis com sua função; praças aplicam conhecimentos operacionais, lideram frações conforme a graduação e mantêm contato direto com a realidade do serviço. Informações trazidas pelas equipes ajudam o comando a ajustar escalas, treinamento e estratégias.
Respeito profissional e clareza de responsabilidades são essenciais. A disciplina exige cumprimento de ordens legais, e a liderança exige que decisões sejam explicadas e fiscalizadas dentro dos regulamentos. O oficial não atua apenas em escritório, assim como a praça não se limita à execução mecânica. Ambos precisam conhecer normas, avaliar riscos e prestar contas. A experiência acumulada por sargentos e subtenentes também é relevante para orientar equipes e apoiar jovens oficiais.
A Polícia Militar de Roraima pode manter unidades territoriais, ambientais, rodoviárias, de trânsito, cavalaria, aviação, operações especiais, policiamento escolar ou comunitário, além de áreas administrativas e técnicas. A existência e o nome dessas estruturas variam. O ingresso na corporação não garante lotação em uma unidade específica. Cursos, aptidão, classificação, disponibilidade de vagas e interesse da administração influenciam a movimentação durante a carreira.
Especializar-se exige mais do que buscar uma atividade conhecida do público. Tecnologia da informação, análise de dados, comunicações, manutenção, docência, gestão de projetos e apoio psicossocial também sustentam o serviço policial. Praças e oficiais podem desenvolver competências nessas áreas, respeitando seu quadro e sua função. Uma boa escolha considera afinidade, capacidade técnica, impacto na progressão e rotina familiar, e não apenas a imagem externa de determinada unidade.
A remuneração militar é definida por normas do ente federado e pode ser organizada por subsídio ou por parcelas previstas em lei. Posto ou graduação, tempo de serviço, função, indenizações, vantagens eventuais, férias, pagamentos retroativos e decisões administrativas podem alterar o valor bruto de um mês. Descontos previdenciários, imposto de renda, pensões, consignações e reposições influenciam o líquido. Por isso, pessoas da mesma graduação podem aparecer com valores diferentes no portal.
Os números apresentados pelo GovInfo devem ser lidos como registros de folha, e não como promessa de salário inicial nem como tabela oficial da carreira. Uma remuneração excepcionalmente alta pode reunir retroativos ou verbas não recorrentes. Para conhecer o valor de ingresso na PMRR, o interessado deve consultar o edital, a lei remuneratória vigente e o portal oficial de transparência. Médias são úteis para observar o conjunto, mas não substituem a análise da competência e das parcelas.
A carreira militar impõe deveres que ultrapassam o horário de uma atividade comum. Hierarquia, disciplina, disponibilidade para escalas, preservação de informações e conduta compatível com a função acompanham praças e oficiais. O uso da autoridade deve respeitar legalidade, necessidade, proporcionalidade e direitos fundamentais. Falhas podem gerar apuração administrativa, disciplinar, civil ou penal, conforme o fato e as garantias do devido processo.
Quanto maior a responsabilidade hierárquica, maior tende a ser a obrigação de planejar, fiscalizar e corrigir procedimentos. Ao mesmo tempo, todo policial responde pelos próprios atos e deve reconhecer uma ordem manifestamente ilegal. A formação ética não termina no curso inicial: precisa estar presente em instruções, avaliações e liderança cotidiana. Transparência, registro adequado e atendimento respeitoso fortalecem a confiança entre a Polícia Militar de Roraima e a população de Roraima.
O serviço policial pode envolver turnos noturnos, exposição a conflito, deslocamentos e decisões rápidas. Cuidar da saúde física e mental é parte da preparação profissional, não sinal de fraqueza. Sono, alimentação, condicionamento, apoio familiar e acompanhamento especializado ajudam a reduzir riscos. A corporação e o ente federado devem organizar políticas de assistência e prevenção conforme a legislação, mas o militar também precisa procurar ajuda quando perceber sobrecarga.
Mudanças de unidade, cursos e escalas afetam a vida pessoal em todas as fases da carreira. Antes do concurso, é importante conversar com a família sobre disponibilidade, disciplina e possíveis transferências. Durante o serviço, planejamento financeiro evita que vantagens temporárias sejam tratadas como renda permanente. Praças e oficiais que preservam hábitos saudáveis, constroem redes de apoio e mantêm atualização técnica ficam mais preparados para uma trajetória longa e responsável.
O planejamento começa pela escolha consciente entre os caminhos de praça e oficial. A carreira de praça oferece contato intenso com a execução, possibilidade de liderança progressiva e acesso às graduações superiores. O oficialato concentra formação para comando e gestão desde o começo. Nenhuma opção é simplesmente melhor: elas exigem perfis, concursos e responsabilidades diferentes. Conhecer a rotina real ajuda a alinhar expectativas antes de investir tempo na seleção.
Depois do ingresso, metas podem incluir concluir cursos, melhorar avaliações, dominar legislação, desenvolver comunicação e preparar-se para novas funções. O plano precisa ser flexível porque vagas, saúde, família e necessidades institucionais mudam. Mentoria de profissionais experientes pode ajudar, desde que conselhos informais sejam comparados com regulamentos oficiais. A carreira na PMRR é construída por desempenho continuado, não apenas por uma boa classificação no concurso inicial.
O painel acima permite observar quantidade de registros, remuneração média, faixas salariais, cargos e competências disponíveis para a Polícia Militar de Roraima. Comece verificando o mês de referência e as fontes. Depois compare média, mínimo e máximo sem assumir que cada valor representa remuneração permanente. A lista de cargos ajuda a identificar como a fonte nomeia postos, graduações ou funções, mas abreviações e cadastros administrativos podem produzir variações.
Para decidir sobre concurso ou progressão, combine esses dados com o edital, o estatuto, a lei de promoções e a tabela remuneratória de Roraima. O GovInfo oferece uma visão comparativa da folha pública; a corporação e o governo estadual fornecem as regras oficiais. Usadas em conjunto, essas informações ajudam o cidadão a compreender melhor as carreiras de praças e oficiais, acompanhar políticas de pessoal e formular perguntas mais precisas sobre segurança pública.
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